O Sapo Barbudo, após incessantes pulos no vazio, nota uma ventaria sobrenatural que percorreu o seu minúsculo corpo anfíbio enchendo-lhe de alegria que outrora tinha partido. Os pulos incautos no nada se transformaram em saltos atrás desse súbito vento afetuoso.
Ao fim da perseguição, encontrou um ser radiante, uma luz que flertava, com passos simples e graciosos, o Vento que o Sapo a pouco seguira. O Sapo, encantado pelo movimento angelical que observava, ousou perguntar “Quem é você? Parece uma princesa...”. Ouviu a resposta “Eu sou a Bailarina dos Ventos, mas não sou uma princesa!” que riu e, logo em seguida, aproximou-se do Sapo Barbudo.
O Sapo, espantado, tentou se afastar, entretanto a Bailarina dos Ventos envolveu-lhe entre as mãos e disse para fechar os olhos. O Sapo Barbudo consentiu e, subitamente, recebeu um beijo enrubesceu todo o corpo.Em seguida, este anfíbio perguntou “Por que eu não virei homem?” sorrindo como uma criança faceira. A Bailarina disse “Ora, porque eu não sou uma princesa, apenas uma bailarina!”.
Assim, depois de entreolharem e buscarem no fundo da alma, a compreensão daquilo que estavam sentindo, envergonharam-se e, contentes, seguiram a caminhada juntos, o Sapo Barbudo enfeitando os pulos com piruetas e passos cômicos e a Bailarina dos Ventos, ensaiando saltos mais profundos e densos desenhando passos, laços formosos, nesta expressão corporal, o momento único que se destina, com o Vento, sempre presente, para espantar a calmaria e reanimar esta dança incomum, porém muito feliz.
O pintor prepara o cavalete e ajusta a tela na altura ideal. No momento seguinte, ao olhar para o espaço em branco ele percebe que nunca pintou antes e não tem a menor idéia do que fazer com os instrumentos. De repente, a tela sai do cavalete e começa a pintar o pintor. Do outro lado da rua, um fumante acende seu cigarro na parada de ônibus. Logo depois, furtivamente o isqueiro acende a cabeça do fumante e seu cigarro ameaça fumá-lo, mas desiste porque precisa ir ao centro e a condução acaba de chegar.
No meio do caminho, o cigarro, depois de uma profunda reflexão, descobre que não é mais um cigarro e sim, uma bituca. Ele pede parada imediatamente, xinga o vento e Freud de todas as formas e procura uma lata de lixo pra se jogar. Enquanto isso, do outro lado da cidade, a tela expõe o pintor pintado e termina vendendo sua obra por R$1.000.000,00.
- Ah, sei lá... algo sem complicação, sem gordos e magros, brancos e negros, pobres e ricos. Se fôssemos todos criados pelo cara que inventou a skol...
- Aih seríamos todos bêbados.
- Seríamos mais felizes???
- Não sei...seríamos mais engraçados.
- Engraçados como?... Como hienas?
- Hienas não são engraçadas e são carnívoras.
- São sim, você assistiu O Rei Leão e riu junto comigo.
- Ainda sim, elas são carnívoras.
- Eu também sou carnívora e sou engraçada.
- Você não é engraçada.
- E porque você sorri das coisas que falo e faço.
- Não importa, as hienas do Rei Leão não existem.
- Existem sim. Elas estavam no filme. Você viu!!!!
- Bem, eu vi. Mas aquilo é um desenho.
- Não É!!!!
- É!!!!
- Tudo bem, aquilo até pode ser um desenho. Mas a Monalisa é um desenho muito brega e ela existe.
- É diferente.
- Diferente como???
- A Monalisa foi feita pelo Da Vinci.
- E daí??? As hienas foram feitas por alguém.
- Mas não por um gênio como Da Vinci.
- As hienas do Rei Leão se movimentam, falam e pensam...Já a Monalisa só consegue ficar sorrindo... É LEZADA!!!!
- A Monalisa não é lezada. Ela simplesmente é feliz e gosta de sorrir.
- Mentira!!!! Como ela pode ser feliz vestindo a mesma roupa o tempo todo? Ela não sabe fazer outra coisa. ADMITA!!!!!!!! Admita que o cara que inventou as hienas do Rei Leão com certeza é mais gênio do que o Da Vinci que só conseguiu criar a demente, ingênua e tiazona Monalisa.
- Na época do Da Vinci as coisas eram muito mais difíceis.
Nesses últimos tempos eu tenho assistido bastante TV. Tenho visto séries como The Kennedys; algumas biografias; histórias de acidentes aéreos; pessoas que foram comidas vivas por animais selvagens; pessoas que foram comidas por outras pessoas (de todas as formas, até no sentido literal da expressão); mas o que tem me intrigado bastante ultimamente é uma série chamada “Alienígenas do Passado”. Esta série aborda as mais variadas lendas da antiguidade e buscam cruzá-las com características clássicas de extraterrestres (ou como eles preferem chamar: ufoarqueologia) e nos fazer mudar conceitos.
Uma das teorias que eles lançam é a de que o homem foi criado por alienígenas e que nossos criadores vieram e foram para o céu. Eu olhei incrédulo e pensei “grande coisa! Estudei 11 anos em um colégio religioso e eles tentaram me falar a mesma história. Só que eles não o chamavam de alien e sim, de deus!”. Até que eles disseram que o deus retratado da bíblia na verdade eram extraterrestres mega-avançados. Aí eu pensei: “peraí! Se quem nos criou foi deus e deus é um alien; se quem escreveu a bíblia foram homens inspirados por deus e deus é ET, logo a bíblia saiu da cabeça de um ser de outro planeta. E se alien é coisa do demônio....NÃOOOOOO... Os evangélicos vão morrer!!!!eu preciso ir na igreja e contar isso pra eles!”.
A partir daí eu comecei a prestar mais atenção na série. Pra fazer raiva pros religiosos, eu comecei a fazer até anotações. Sei todas as teorias. Todas! Mas em um determinado momento eu comecei a me perguntar: “mas porque os aliens nos criariam? Porque nós e não golfinhos falantes? Ou macacos tocadores de tambor? Ou robôs inteligentes que servem cafezinho?”. A resposta veio dois episódios depois e os ufoarqueólogos me disseram que os alienígenas não nos criaram porque não tinham o que fazer por uma semana e sim, porque eles precisavam de combustível (ouro - segundo eles usado como combustível para as naves) e de mão de obra inteligente o suficiente pra poder cavar pepitas sem enfiar a picareta no olho...as informações pulavam à frente dos meus olhos e vibravam nos meus tímpanos quando eu percebi “agora tudo faz sentido. Esses merdas estavam sem combustível, nos criaram para pura exploração e enquanto os tanques das naves não estavam cheios o suficiente eles viam os reality shows mais legais que a terra já presenciou. Se auto-intitulavam deuses e ficavam brincando com os pobres humanos mineradores. O que nós fazíamos? “Escrevíamos” clássicos (né Homero?). E Eles? Se mijavam de rir da Guerra de Tróia ou do pobre Ulisses ou mesmo da abertura do Mar Vermelho...Malditos aliens! “Ame-me que eu te prometo vida eterna””
Para não me alongar mais, confesso que depois de assistir vários episódios eu percebi que preciso voltar pra terapia porque não sei mais quem é quem, de onde eu vim e pra onde eu vou. O que eu sei é que graças a essa maldita espécie de Petrobras Interestelar que estava sem combustível nos postos mais próximos da Terra, nós fomos criados, usados, viramos criaturas atormentadas por nossa origem e hoje eu escrevo esse desabafo. É melhor acreditar nisso do que ficar procurando minha costela por aí. Abraço.
Queridos leitores! Desculpem o atrasado! De fato, faz um bom tempo que não escrevo por aqui. Juro que não foi por falta de tempo e nem de inspiração. Sinceramente, bateu uma imensa preguiça que sempre me leva a fazer questionamentos absurdos, típico daqueles que não tem o que fazer e arranjam mil desculpas para ficar ainda mais ocioso balançando na rede, mais ou menos pensando assim, "ahh amanhã eu escrevo" ou "domingo à noite é um dia mais interessante pra escrever", e acabava adiando para o próximo final de semana...
Bom, espero que nesse longo tempo tenham apreciado os textos de Vinícius, novo integrante (terrorista) do blog. Quem mais quiser ou tiver o interesse de participar do blog basta se manifestar, estamos aceitando novos membros!
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Alguns meses atrás, eu estava descendo aquela gelada no apê da minha prima e, como a cerveja é uma bebida extremamente diurética, acabei me deslocando para o banheiro. Lá no Templo Sagrado Hinduista (já escutaram ruídos estranhos do tipo "huuuummmm" dentro do banheiro? São orações para a Deusa Shiva, a Donzela da Destruição, rezam alguns sábios indianos) após um breve balanço para que as gotas não molhassem minha cueca, observei atentamente as figuras localizadas sobreposta no papel higiênico ao lado do vaso sanitários. Nesta folha, encontrei desenhadas figuras delicadas de coelhos e flores, além de um aroma muito agradável muito parecido com essência de jasmin.
Eu até hoje me questiono qual a necessidade destes desenhos infantis e perfume adocicado delineando nosso orifício mais profundo que apenas serve para retirar excessos dos dejetos mais podres que nosso organismo expele. Olhando para um cachorrinho ou para um passarinho ficarei mais relaxado e passarei o papel higiênico mais suavemente ou o cheiro que exala deste papel será capaz de aplacar aquele oriundo de nossas bundas???
A real análise psicológica sobre todos esses qualitativos do rolo de papel em cartolina e sua influência na vida social e pessoal dos indivíduos merece uma observação carinhosa em momento oportuno. A idéia do papel higiênico, na verdade, remeteu-me as grandes idéias proferidas pelos filósofos gregos. Não precisa ser nenhum ganhador do Prêmio Nobel pra saber que absorvemos boa parte dos pensamentos helenísticos, desde princípios sobre política a noções nucleares de estéticas que permeiam e permearão por todo sempre e amém no (onde mesmo?) mundo. O legal é perceber que nada disso mudou. Os postulados estão essencialmente intocáveis. É como se nada fora alterado e que apenas houve alguns remendos, como um pneu depois de certo tempo de usado, que as pessoas em volta apenas remendassem aquilo que já foi utilizado.
É mais ou menos como o papel higiênico, não se conseguiu criar nada novo apenas acrescentaram algumas coisas para enrolar na massa pastosa marrom com a finalidade de amenizar o odor peculiar que se espalha sem qualquer solução.
Perguntas como "O que devo fazer?" ou "Por que eu nasci?" ou "Pra que serve o ser humano?" estão rolando faz algum tempo sem nenhuma resposta. Raulzito (toca Raul!!!!) descreve isso sem muita embolação na música "Eu também vou reclamar": "E as perguntas continuam sempre as mesmas, Quem eu sou?, De onde eu venho, Onde eu vou dar? (sem duplo sentido nessa parte, por favor! hehehehe!)".
Por isso que depois desse texto, eu decidi ir ao banheiro, sentar no Trono Álvaro, fazer todas as preces para a Deusa Shiva para que elimine todas as impurezas do meu Universo Particular prometendo que lhe oferecerei coelhos fofinhos, cachorrinhos mansinhos, flores silvestres, casas bem localizadas e as essências das rosas dos Alpes Suíços apenas com uma passagem sincera das mãos naquilo que mais protegemos, porém que nós mais desprezamos. Nosso %$!!!!!!!
No natal nada me deixa mais puto que as “incríveis” promoções do período...
Uma companhia de cartões de crédito me fez uma promoção esse ano que eles juravam imperdível. Se eu comprasse R$2.500,00 no crédito eu me tornaria um vencedor e ganharia R$30,00 em compras nas lojas credenciadas!!! Eu me pergunto: Se eu, como vencedor, levaria R$30,00 em bônus, o que o perdedor levaria??? – Seis meses na prisão????
Passei hoje pela frente de uma loja credenciada de uma operadora de celular em que haviam vários aparelhos caros expostos. A promoção era fantástica: Compre um e ganhe uma garrafa dágua!!!! Eu olhei para o preço (mais de R$1.000,00) e, por um minuto, fiquei imaginando o que aquela garrafinha de água poderia fazer para que eu sentisse vontade de comprar um telefone por aquele preço.
Sem chegar a uma conclusão comigo mesmo, entrei na loja e perguntei para a vendedora se a garrafinha transformava água em vinho. Depois da negativa, ela tentou me falar que o aparelho se conectava até com o som da minha casa, só que eu queria saber da garrafinha e perguntei se desalinizava água – Mais uma negativa. Ela já estava aparentemente desesperada ao tentar me explicar que a touch screen era fantástica e eu tive que dar mais uma chance: - Essa garrafinha serve pelo menos pra conservar a temperatura da água???? – Não. – Serve pra que? – Pra guardar água. – Só isso??? – Só isso. – Então feliz natal e em janeiro eu volto.
O interessante é que tem gente que ama esse tipo de coisa. Eu não entendo o por que da magia. Particularmente, eu prefiro as promoções de janeiro. Em janeiro parece que o mundo vai acabar ou que todas as lojas vão falir ao mesmo tempo. Carros com 20% de desconto, emplacamento grátis, financiamento em 810 vezes e acompanhante grátis. Roupas com 50% de desconto. Até couvert na praia sai pela metade do preço.
O mais legal de ir às compras de fim de ano em janeiro é poder observar com calma a transformação do comportamento das pessoas do shopping. Para os comissionados, a transformação começa com um nostálgico clima de “não se vende mais como antigamente”, após alguns dias todos acham que a sorte foi embora, depois ninguém acredita mais em Deus, daí o desespero bate e os preços caem. Tudo vira um caos, todo mundo fica louco.
Em 2010 vou levar uma câmera pra fazer um documentário e vender para o Animal Planet ou Discovery Channel (pra quem pagar mais!). Tenho certeza que dará um bom “drama animal”.
Por isso que todos os anos eu monto minha árvore de natal na garagem. Pedi um carro pra sua santidade, o Papai Noel, logo que completei 18 anos. Desde então, todos os anos eu escrevo a mesma carta. Ele nunca trouxe. Se ele usasse transporte público, iria entender o porque do meu pedido. Acredito que seja por falta de chaminé ou churrasqueira, mas se ele vier esse ano, vou dizer pra ele voltar em janeiro trazendo uma Ferrari.
"É só depois de perder tudo que estamos livres para sermos tudo o quanto quisermos.
As escolas e as universidades nos utilizam como macacos de Zoológico.
As coisas que vocês possuem acabam no final possuindo e controlando a vocês mesmos.
Eu sou o meu Libertador: libertei-me de todas as camisas-de-força com que esta sociedade patética antes me prendia.
Eu rejeito as assunções básicas da civilização, principalmente a importância que se dão aos bens materiais.
Nós não somos o emprego que trabalhamos, não somos o uniforme que vestimos, não somos o carro que dirigimos, nem o êxtase sexual efêmero que sentimos, não somos o dinheiro que temos na carteira, somos a merda e a porra do mundo que faz tudo pra chamar a atenção.
Não se apegar a nada e nem a ninguém é ser verdadeiramente livre.
Somos uma geração fraca de Homens sendo criados por mulheres. É preciso e é verdadeiro se apegar emocionalmente a outra pessoa para sermos felizes? Não há outros métodos?
A camisinha é o sapato de cristal da nossa geração perdida e confusa. Você conhece um alguém numa festa, dança e depois trepa com ele a noite inteira, e depois joga fora a ambos, pois ambos são descartáveis, e o desejo sexual só busca autosatisfazer-se. Quem ama só pensa em si e em ser dono do ser possuído, fisicamente, sexualmente, emocionalmente, cotidianamente. Que fraqueza.
Masturbação é auto-aperfeiçoamento, e o que amamos na outra pessoa é apenas a idéia que incutimos em nós mesmos de querer, de possuir, de ter uma outra pessoa , de amar um outro alguém. E tudo afinal de contas para que serve mesmo?
Todos os métodos de sedução utilizadas pelas propagandas da TV fazem vocês correrem e desejarem coisas banais que a sociedade afirma que são importantes pra vocês, tudo no intuito de ganharem mais dinheiro as custas de voces seus idiotas. O sistema capitalista nos educa e nos transforma em meros consumidores, pois para as grandes empresas corporativas é tudo o que somos.
Somos os filhos do meio da História da Humanidade, sem grandes propósitos, sem lugares. Nós não temos mais grandes guerras mundiais, nem grandes depressões. Nossa guerra é a guerra espiritual, e nossas depressões são o vácuo que transformamos nossas vidas.
Devemos considerar o fato que Deus não nos ama, nunca nos amou, senão já teria usado sua onipotência divina há mais de dez mil anos de existência do homem para acabar com o sofrimentos e o caos neste mundo. Mas quer saber mais ainda: nós não precisamos de Deus, quer ele exista, quer não; dane-se a redenção, dane-se as maldições bíblicas a todos os que o desobedecerem. Nós temos a nós mesmos, e podemos construir e reformular tudo o quanto ousarmos querer.
Sem dor, sem sangue e suor derramados, sem aqueles que foram rotulados de loucos e esquisitos, mergulhados na solidão e em pensamentos, nós não teríamos nada, toda essa coisa que se chama de civilização atual é resultado dos poucos grandes gênios lunáticos que revolucionaram as gerações de suas épocas históricas. É por meio do caos, da desordem, da violência, das guerras, das doenças, das crises financeiras, dos males em geral, foi no solo inóspito da dor e das tribulações que a árvore denominada Homem inseriu suas raízes profundamente, e com sua força, coragem e inteligência cresceu diante de todos os vendavais e furacões que tentaram nos destruir. Sem Dor e sem sangue derramado nós não teríamos nada.
É somente quando a consciência com toda sua plenitude, realismo, lucidez e racionalidade de que um dia vamos de fato morrer pra sempre, e que não existe nada daquelas baboseiras supersticiosas e primitivas de alma ou espírito imortal; é só quando sentimos a infinita banalidade e futilidade que somos, é só quando temos consciência com todo o nosso ser que um dia cada um de nós vai morrer, e estaremos muito mais mortos do que possamos imaginar, é só a partir do despertar dessa consciência é que finalmente nos damos conta da preciosidade e beleza que é estar vivo, que é viver. Não permita que a vida te consuma e te use como um fantoche. É você quem tem que consumir de acordo com os seus objetivos a vida que há em ti, e ao redor de ti.
E depois, quando a vida não for mais tão bela, não for mais interessante, e os teus propósitos já estiverem todos realizados, descarte a vida, corte o fio que une você à ela, descarte a vida como se ela fosse mais uma mulher que já estamos cansados e fartos de tanto fudê-la e brincar."